O cliente passa o cartão e a parte de cada profissional cai direto na conta dele. Na hora, sem transferência no fim do mês.
Sem mensalidade, sem fidelidade. Já usa outro split? Cobrimos a taxa que você paga hoje.
Números reais da operação, atualizados em 23/09/2026.
A clínica recebe o valor cheio, inclusive a parte do profissional. E paga imposto sobre tudo, porque para o fisco aquilo é receita dela.
No fim do mês, alguém soma atendimento por atendimento, aplica a regra de cada um e transfere manualmente. Um valor errado vira discussão.
Pagamento todo mês, em data fixa, pela empresa: é a aparência de folha de pagamento. Justamente o que ninguém quer com profissionais parceiros.
A regra é definida antes. A maquininha divide na hora. Ninguém precisa lembrar de nada depois. A divisão acontece na transação e cada um recebe na própria conta, no prazo normal de recebimento do cartão.
Cada profissional entra com a conta empresarial dele e a tabela de serviços com o repasse de cada um, em valor fixo ou percentual.
A recepção escolhe os serviços e o profissional. O sistema manda a cobrança pra maquininha na hora.
A maquininha divide na transação. A parte da clínica cai na conta da clínica, a do profissional na dele. Confirmação em segundos, sem ninguém clicar em nada.
Responde três perguntas e abre a conversa no WhatsApp. Eu marco 10 minutos e te mostro a maquininha dividindo, já com a comparação no seu número.
Quem responde é o Matheus, que toca a operação. Em horário comercial.
Quando o valor inteiro entra na conta da clínica, o fisco enxerga tudo como receita da clínica. No Simples Nacional isso significa pagar imposto sobre a parte do profissional, subir de faixa mais rápido e consumir o limite do regime com um dinheiro que só passou pela conta.
Com o split, a parte do profissional nunca entra na conta da clínica. Cada um emite a nota da sua parte e tributa só o que é seu. E o extrato de cada conta mostra exatamente isso, o que fecha com o que cada um declara.
O desenho contratual certo depende do seu caso. Na conversa a gente te mostra o que levar pro seu contador.
Qualquer negócio onde o cliente paga no balcão e a empresa divide com quem executou o serviço.
Depende da maquininha que você usa hoje: o split precisa de uma adquirente que divida o valor na própria transação. Na conversa a gente olha a sua e diz se ela serve ou se vale trocar, e ajuda a migrar sem parar a operação.
Sim. Cada profissional recebe numa conta empresarial própria, então precisa ser MEI, ME ou ter empresa própria. É o que garante que cada um emita a própria nota.
Um percentual pequeno por venda dividida. Sem mensalidade, sem fidelidade, sem custo de implantação. Você só paga quando vende. Já usa outro split e paga mais? Cobrimos a taxa que você paga hoje, é só mostrar o comprovante.
A recepção lança a venda no sistema e o resto acontece sozinho na maquininha. O que muda é que ninguém precisa mais confirmar pagamento nem calcular repasse.
Hoje a LM Splits roda como sistema próprio, de propósito, pra garantir que a divisão aconteça na hora. Integração com os sistemas de gestão mais usados é o próximo passo, e a gente prioriza pelos que mais aparecem entre os clientes.
Ficou uma dúvida que não está aqui? Pergunta no WhatsApp. Respondo eu mesmo, sem robô.
Responde três perguntas e abre a conversa no WhatsApp. Eu marco um horário de 10 minutos e te mostro a maquininha dividindo, já com a comparação no seu número.
Quem responde é o Matheus, que toca a operação. Em horário comercial.